
Para que a dinamização da economia local e o desenvolvimento humano sejam factíveis em uma comunidade, e tal desenvolvimento seja sustentável, é necessário que os recursos naturais sejam utilizados de forma racional, e nunca de modo destrutivo. Para tanto, a CARE Brasil promove, no fomento à geração de trabalho e renda agrícola, a implantação e qualificação de sistemas agroflorestais, a valoração dos produtos não-madeireiros da floresta, a convivência com o semiárido, as iniciativas de compensação, adaptação e mitigação às mudanças climáticas e a geração de energia renovável.
Como no centro das ações de desenvolvimento local está o ser humano, a CARE Brasil não busca promover a gestão ambiental apenas pela vertente de proteção ambiental, mas também através dos mecanismos de justiça ambiental.
A justiça ambiental consiste na ideia de que ninguém deve ser prejudicado pelo acesso aos recursos naturais ou pelo uso dos mesmos, e que cabe à coletividade remunerar eventuais perdas através da compensação socialmente justa ou por mecanismos de pagamento por serviços ambientais.
A dimensão social dos empreendimentos e dos grandes projetos deve ser tão consolidada quanto a dimensão ambiental.
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