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CARE fala sobre mortos e feridos na faixa de Gaza

quinta-feira, 28 de agosto de 2014, 15h08

Trabalhadores da CARE Internacional falam sobre a gigante tensão em hospitais em Gaza, uma vez que a violência não dá sinais de trégua. Hospitais estão sendo usados como refúgio, com pessoas dormindo no chão e nos corredores. O bombardeamento contínuo não permite o reabastecimento de suprimentos médicos em Gaza.

Médicos em Gaza reportam 788 mortes e mais de 5.000 feridos, na qual a maioria são civis. 1.2 milhão de pessoas tem pouco ou nenhum acesso à agua e 140.000 se locomoveram mesmo sem ter um lugar seguro onde se refugiar.

Foto: CARE Internacional

“Nossos colegas falam de destruição em massa e morte. Eles contam sobre a dificuldade de encontrar um lugar relativamente seguro para suas famílias. Aqueles que saem à procura de comida ou água podem ser alvejados.” diz Rene Celaya, Diretora da CARE West Bank e Gaza. “É vital que essa luta pare, para que ajuda chegue a milhares de pessoas necessitadas de suprimentos básicos e assistência médica urgente. A CARE pede um cessar-fogo imediato para permitir que ajuda médica chegue a milhares de civis inocentes pegos no meio da crise. Nós chamamos a comunidade internacional para trabalhar e procurar soluções duráveis para o conflito.”

Grávidas e mães de recém-nascidos estão em maior risco. “Recebemos relatos de nossos parceiros que grávidas estão arriscando suas vidas para ir a hospitais, porque elas acham que estarão mais seguras lá do que em suas casas.” Disse Theo Alexopoulos, com o Time de Emergência da CARE em Jerusalém. “Mas elas não podem ficar nos hospitais pra sempre. Então para onde vão? Não existe lugar seguro em Gaza.” Até agora, aproximadamente 700 mulheres foram feridas no conflito.

A CARE estima que pelo menos 107.000 crianças precisam de apoio psicossocial direto e especializado para lidar  com a morte ou ferimento de familiares, e a perda da casa nas últimas duas semanas.

Assim que a situação permitir, a CARE planeja aumentar sua resposta de emergência em Gaza. As pessoas precisam urgentemente de suprimentos médicos básicos, e a CARE e sua parceira, a Sociedade Palestina de Ajuda Médica (PMRS, em inglês) planejam pôr duas equipes médicas móveis em ação, que vão visitar uma média de 200 pacientes por dia, dando cuidados básicos para as pessoas afetadas pela violência contínua. A Sociedade Palestina de Ajuda Médica já está fornecendo apoio clínico de emergência em Gaza, e assim que possível, terá hospitais improvisados em escolas da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados.

Todos os lados precisam concordar em um cessar-fogo imediato e pôr fim na violência à civis. Em 11 de Julho, a CARE se juntou à outras 33 organizações internacionais para chamar a atenção de todos os envolvidos para acabar com a violência e propor um acordo de cessar-fogo. Acesso humanitário deve ser garantido por todos os lados do conflito para prevenir mais sofrimento de civis. Chamamos a comunidade internacional a trabalhar com todos os lados para buscarmos por soluções duráveis para o conflito.


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